Julho 22nd, 2008

Olá amigas, tenho andando desaparecida deste meu cantinho, mas os motivos são válidos…

Terminei o meu curso:) Já sou professora de 1.º ciclo e agora ando em busca da luz ao fundo do túnel: Emprego!

Para além desta busca, que não é nada fácil, tenho tirado algum tempo para mim, passear, limpar,  descansar e colocar o sono em dia!

Beijokas a todas que me continuam a visitar!

Julho 8th, 2008

Olá!

Hoje venho dar-vos a conhecer um novo espaço http://trocasminhas.wordpress.com/

Aqui poderão encontrar vários artigos para trocas e para serem oferecidos!

Visitem e não percam tempo! Novidades diárias e mais que uma vez ao dia!

Junho 19th, 2008

“Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço que a minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “não”.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo…”

Fernando Pessoa

Hoje, este poema cruzou-se no meu caminho por acaso… no momento em que mais precisava de o ler…

Estava afixado na parede que me acolheu as lágrimas…

Destino? Não sei… Talvez recompensa por tanta injustiça!

Junho 12th, 2008

Existe algo mais lindo do que apreciar esta paisagem ao vivo e a cores nos braços de quem amamos?!

Junho 12th, 2008

No passado fim-de-semana fui dar um passeio para desanuviar corpo e mente. Foi simplesmente reconfortante! Voltei com as baterias um pouquinho mais recarregadas!

Deixo aqui algumas fotos deste paraíso que me acolheu durante dois dias!

beijokas

Maio 31st, 2008

“A maior aventura de um ser humano é viajar,
E a maior viagem que alguém pode empreender
É para dentro de si mesmo.
E o modo mais emocionante de realizá-la é ler um livro,
Pois um livro revela que a vida é o maior de todos os livros,
Mas é pouco útil para quem não souber ler nas entrelinhas
E descobrir o que as palavras não disseram…”

Augusto Cury

Maio 27th, 2008

Recebi hoje estas imagens por e-mail. Fiquei chocada… Parece que esta situação se passa na Dinamarca e é considerada como uma festa de passagem para a idade adulta…

Acho que nem há comentários que se apropriem a um caso destes!

Onde vai parar este mundo?

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Maio 27th, 2008

Não vivas na ilusão de algo que não existe,

Não vivas na ilusão de quem não te merece,

Não vivas na ilusão de alguém que tu não és…

Sei que o mundo em que vivemos

Não é o mundo que aparece nos nossos sonhos,

Mas lembra-te que ninguém é feliz com aquilo que tem,

E é bom ser assim,

Chorar faz bem,

A felicidade não pode ser eterna nem permanente

Como a vida também não o é!

Nascemos com dois objectivos

O de sermos felizes

E o de morrer.

O segundo é certo,

O primeiro nem sempre…

Susana F.

Este poema foi escrito por mim… deveria ter uns 16 anos! Hoje decidi partilhá-lo convosco! De certo que o alteraria muito se o voltasse a escrever, mas acho que deve permanecer assim!

Tenham uma boa semana!

Maio 23rd, 2008

”Quando te sentires perdida, confusa, pensa nas árvores, lembra-te da forma como crescem. Lembra-te de que uma árvore com muita ramagem e poucas raízes é derrubada à primeira rajada de vento, e de que a linfa custa a correr numa árvore com muitas raízes e pouca ramagem. As raízes e os ramos devem crescer de igual modo, deves estar nas coisas e sobre as coisas, só assim poderás dar sombra e abrigo, só assim, na estação apropriada, poderás cobrir-te de flores e de frutos.
E quando à tua frente se abrirem muitas estradas e não souberes a que hás-de escolher, não metas por uma ao acaso, senta-te e espera. Respira com a mesma profundidade confiante com que respiraste no dia em que vieste ao mundo, e sem deixares que nada te distraia, espera a volta a esperar. Fica quieta, em silêncio, e ouve o teu coração. Quando ele te falar, levanta-te, e vai para onde ele te levar.”

Susanna Tamaro, Vai Aonde Te Leva o Coração

Maio 22nd, 2008

Olá:)

Hoje decidi reformular este espaço! Espero que gostem do novo aspecto do meu lar!

Deixem os vossos comentários e sugestões!

Beijokas

Maio 22nd, 2008

Tudo tem um fim…

Hoje terminou uma das pequenas etapas, de uma das grandes etapas da minha vida!

Sinto-me assim… como um pôr-do-sol… lindo mas ao mesmo tempo nublado!

Maio 21st, 2008

Recentemente, ao preparar uma aula sobre Exploração Florestal e Ecologia, deparei-me com este ‘poema’.

Não resisto a partilhá-lo convosco! É extenso… mas vale a pena ler!

A nossa Terra é sagrada

Carta do Chefe Índio Seattle ao Grande Chefe de Washington, Franklin Pierce, em 1854, em resposta à proposta do Governo norte-americano de comprar grande parte das terras da sua tribo Duwamish, em troca da concessão de uma reserva.

“Como podereis comprar ou vender o céu? Como podereis comprar ou vender o calor da terra? A ideia parece-nos estranha. Se a frescura do ar e o murmúrio da água não nos pertencem, como poderemos vendê-los?

Para o meu povo, não há um pedaço desta terra que não seja sagrado. Cada agulha de pinheiro cintilante, cada rio arenoso, cada bruma ligeira no meio dos nossos bosques sombrios são sagrados para os olhos e memória do meu povo.

A seiva que corre na árvore transporta nela a memória dos Peles-Vermelhas, cada clareira e cada insecto que zumbe é sagrado para a memória e para a consciência do meu povo. Fazemos parte da terra e ela faz parte de nós. Esta água cintilante que desce dos ribeiros e dos rios não é apenas água; é o sangue dos nossos antepassados.

Os mortos do homem branco esquecem a sua terra quando começam a viagem através das estrelas. Os nossos mortos, pelo contrário, nunca se afastam da Terra que é Mãe. Fazemos parte dela. E a flor perfumada, o veado, o cavalo e a águia majestosa são nossos irmãos.

As encostas escarpadas, os prados húmidos, o calor do corpo do cavalo e do homem, todos pertencem à mesma família. Se vendermos esta terra, não ireis, decerto, ensinar aos vossos filhos que ela é sagrada. Como poderei dizer-vos que o murmúrio da água é a voz do pai do meu pai…

Também os rios são nossos irmãos porque nos libertam da sede, arrastam as nossas canoas, trazem até nós os peixes… E, além do mais, cada reflexo nas claras águas dos nossos lagos relata histórias e memórias da vida das nossas gentes. Sim, Grande Chefe de Washington, os nossos rios são nossos irmãos e saciam a nossa sede, levam as nossas canoas e alimentam os nossos filhos.

Se vos vendêssemos a nossa terra, teríeis de recordar e de ensinar aos vossos filhos que os rios são nossos irmãos e também seus. E é por isso que eles devem tratá-los com a mesma doçura com que se trata um irmão. Sabemos que o homem branco não percebe a nossa maneira de ser. Para ele um pedaço de terra é igual a um outro pedaço de terra, pois não a vê como irmã mas como inimiga. Depois de ela ser sua, despreza-a e segue o seu caminho.

Deixa para trás a campa dos seus pais sem se importar. Sequestra a vida dos seus filhos e também não se importa. Não lhe interessa a campa dos seus antepassados nem o património dos seus filhos esquecidos. Trata a sua Mãe-Terra e o seu Irmão-Firmamento como objectos que se compram, se exploram e se vendem tal como ovelhas ou contas coloridas. O seu apetite devora a terra, deixando atrás de si um completo deserto.

Não consigo entender. As vossas cidades ferem os olhos do homem pele-vermelha. Talvez seja porque somos selvagens e não podemos compreender. Não há um único lugar tranquilo nas cidades do homem branco. Nenhum lugar onde se possa ouvir o desenrolar das folhas ou o rumor das asas de um insecto na Primavera.

O barulho da cidade é um insulto para o ouvido. E eu pergunto-me: que tipo de vida tem o homem que não é capaz de escutar o grito solitário de uma garça ou o diálogo nocturno das rãs em redor de uma lagoa? Sou um pele-vermelha e não consigo entender. Nós preferimos o suave murmúrio do vento sobre a superfície de um lago, e o odor deste mesmo vento purificado pela chuva do meio-dia ou perfumado com o aroma dos pinheiros.

Quando o último pele-vermelha tiver desaparecido desta terra, quando a sua sombra não for mais do que uma lembrança, como a de uma nuvem que passa pela pradaria, mesmo então estes ribeiros e estes bosques estarão povoados pelo espírito do meu povo. Porque nós amamos esta terra como uma criança ama o bater do coração da sua mãe.

Se decidisse aceitar a vossa oferta, teria de vos sujeitar a uma condição: que o homem branco considere os animais desta terra como irmãos.

Sou selvagem e não compreendo outra forma de vida. Tenho visto milhares de búfalos a apodrecer, abandonados nas pradarias, mortos a tiro pelo homem branco que dispara de um comboio que passa. Sou selvagem e não compreendo como uma máquina fumegante pode ser mais importante que o búfalo, que apenas matamos para sobreviver.

Tudo o que acontece aos animais acontecerá também ao homem. Todas as coisas estão ligadas. Se tudo desaparecer, o homem pode morrer numa grande solidão espiritual. Todas as coisas se interligam. Ensinai aos vossos filhos o que nós ensinamos aos nossos sobre a terra: que a Terra é nossa Mãe e que tudo o que lhe acontece a nós acontece aos filhos da terra.

Se o homem cuspir na terra, cospe em si mesmo. Sabemos que a terra não pertence ao homem, mas que é o homem que pertence à terra. Os desígnios terrenos são misteriosos para nós. Não compreendemos porque os bisontes são todos massacrados, porque são domesticados os cavalos selvagens, nem por que os lugares mais secretos dos bosques estão impregnados do cheiro dos homens, nem porque a vista das belas colinas está guardada pelos “filhos que falam”.

Talvez um dia sejamos irmãos. Logo veremos. Mas estamos certos de uma coisa que talvez o homem branco descubra um dia: o nosso Deus é um mesmo Deus. Agora podeis pensar que Ele vos pertence, da mesma forma que acreditais que as nossas terras vos pertencem. Mas não é assim. Ele é o Deus de todos os homens e a sua compaixão alcança por igual o pele-vermelha e o homem branco.

Esta terra tem um valor inestimável para Ele e maltratá-la pode provocar a ira do Criador. O que é feito dos bosques profundos? Desapareceram. O que é feito da grande águia? Desapareceu também. Mas o homem não teceu a trama da vida: isto sabemos. Ele é apenas um fio dessa trama. E o que lhe faz, fá-lo a si mesmo.

Também os brancos se extinguirão, talvez antes das outras tribos. O homem não teceu a rede da vida. É apenas um fio e está a desafiar a desgraça se ousar destruir essa rede. Tudo está relacionado entre si como o sangue de uma família. E, se sujardes o vosso leito, uma noite morrereis sufocados pelos vossos excrementos. Assim se acaba a vida e só nos restará a possibilidade de tentar sobreviver.”

Maio 5th, 2008

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Maio 5th, 2008

Olá meninas…

Hoje vinha pedir-vos desculpa por  esta minha ausência… O tempo tem sido mesmo muito pouco para vir aqui a este meu cantinho, já para não falar da impossibilidade de criar coisinhas novas.

Peço também desculpa às pessoas que queriam encomendar malas. Infelizmente tive de rejeitar as encomendas por falta de tempo para as elaborar! Prometo que daqui a, mais ou menos, um mês e meio, voltarei com todo o gás!

Esperem pelas muitas novidades que de certo irei trazer

Um beijinho a todas

Abril 1st, 2008

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Como muitos devem saber e até ter protestado, em 2007,Guillermo Vargas Habacuc, um suposto artista, colheu um cão abandonado de rua, atou-o a uma corda curtíssima na parede de uma galeria de arte e ali o deixou, a morrer lentamente de fome e sede.
Durante vários dias, tanto o autor de semelhante crueldade, como os visitantes da galeria de arte presenciaram impassíveis à agonia do pobre animal.
Até que finalmente morreu de inanição, seguramente depois de ter passado por um doloroso, absurdo e incompreensível calvário.Pois isso não é tudo: a prestigiosa Bienal Centroamericana de Arte decidiu, incompreensivelmente, que a selvajaria que acabava de ser cometida por tal sujeito era arte, e deste modo tão incompreensível Guillermo Vargas Habacuc foi convidado a repetir a sua cruel acção na dita Bienal em 2008.

Facto que podemos tentar impedir, colaborando com a assinatura nesta petição :

http://www.petitiononline.com/13031953/petition.html


(não tem que se pagar, nem registar) para enviar a petição, de modo que este homem não seja felicitado nem chamado de ‘artista’ por tão cruel acto, por semelhante insensibilidade e desfrute com a dor alheia.

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‘Haverá sempre, em algum lugar, um cão abandonado, que me impedirá de ser feliz…’ Jean Anouilh

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